Publicado por: geografiahumanista em: 7 07UTC dezembro 07UTC 2011

No último 04 de Novembro, foi defendida a tese de doutorado de Marcos Mergarejo Netto, orientado pela Profa. Dra. Lívia de Oliveira, no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro.
A tese discute a temática dos sabores e identidades na Geografia, trazendo elementos históricos e culturais relacionados ao queijo minas, suas origens, variedades e características geográficas.
Entre os “achados” da tese, está o questionamento sobre a origem da técnica de fabricação do queijo mineiro.
Publicado por: geografiahumanista em: 30 30UTC novembro 30UTC 2011
No próximo dia 14 de Dezembro, ocorrerá a defesa da monografia: Cartografia da Experiências Urbana: as imagens e formas de Campinas para a titulação de Bacharelado em Geografia pelo Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas.
Candidato: Luiz Tiago de Paula
Local: sala EB07, no prédio de Engenharia Básica da Unicamp.
Horário: 15:00 hs
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Eduardo Marandola Jr. (Orientador)
Prof. Dr. Wenceslao Machado de Oliveira Jr.
Prof Dr. Marcos César Ferreira
Publicado por: geografiahumanista em: 5 05UTC novembro 05UTC 2011
Na próxima semana, nos dias 7 a 10 de Novembro, ocorrerá em São Paulo o II Colóquio Internacional: A Educação pelas Imagens e suas Geografias.
O evento parte do esforço do Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, do Laboratório de Estudos Audiovisuais da Faculdade de Educação da Unicamp e do Grupo de Pesquisa Linguagens Geográficas (GPLG) da Universidade Estadual Paulista (Campus Presidente Prudente).
O colóquio conta com Mesas Redondas referentes a dois grandes eixos: Política das Imagens e Poética das Imagens, além de apresentação de trabalhos.
Publicado por: geografiahumanista em: 3 03UTC novembro 03UTC 2011
Defesa da Tese de Doutorado em Geografia, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP/ Campus Rio Claro.
Título: A geografia do Queijo Minas artesanal
Autor: Marcos Margarejo Netto
Orientadora: Profa. Dra. Lívia de Oliveira
Banca Examinadora
Prof. Dra. Lúcia Helena Batista Gratão (UEL)
Prof. Dra. Doralice Barros Pereira (UFMG)
Prof. Dr. Fadel David Antonio Filho (UNESP-RC)
Prof. Dra. Lucy Marion Philadelpho Machado (UNESP-RC)
Data: 04 de Novembro, 2011
Horário: 14:00h
Local: Prédio da Pós-Graduação em Geografia, Unesp Rio Claro, Campus Bela Vista.
Publicado por: geografiahumanista em: 2 02UTC novembro 02UTC 2011
Já está disponível o Cronograma de Atividades do Colóquio Nacional do Núcleo de Estudos em Espaço e Representação (NEER), que ocorrerá no mês de Novembro dos dias 22 a 25, em Santa Maria (RS), no Campus da UFMS.
O Cronograma, traz a programação geral, bem como as listas das Mesas de Discussão e as apresentações dos trabalhos dos Grupos de Trabalhos (GTs). Serão oito Grupos de Trabalho, com diferentes temáticas, com apresentações Orais e Poster, em todos os dias do evento.
A lista de trabalhos aceitos já se encontra disponível no site.
Publicado por: geografiahumanista em: 29 29UTC outubro 29UTC 2011
Está ocorrendo desde setembro até dia 15 de Novembro a 8ª Bienal do Mercosul, que este ano tem o tema “Ensaios de Geopoética”.
Eis o texto de apresentação escrito pelo curador geral, José Roca, extraído do site de divulgação da Bienal:
“A mostra central no Cais do Porto examina a criação de entidades transterritoriais e supraestatais que colocam em jogo a noção de nacionalidade. Essas construções político-econômicas contrastam com as noções de Nação estabelecidas há séculos na conformação dos países americanos após as lutas por independência. A exposição explora diferentes aspectos das ideias de Estado e Nação, suas retóricas visuais (mapas, bandeiras, escudos, hinos, passaportes, exércitos) e suas estratégias de autoafirmação e consolidação de identidade.
A ideia de cidadania está baseada etimologicamente nas noções romanas de civitas e urbanitas. Que tipo de cultura de pertencimento se dá em situações não urbanas? Onde reside a nacionalidade quando se carece de território físico? Algumas obras consideram o território rural como uma possibilidade para a utopia e o isolamento como uma condição positiva; outras analisam diversas estratégias de sustentabilidade e de coesão na ausência de território. Algumas dessas construções nacionais – que, em certos casos, possuem território mas carecem de autonomia política – estarão representadas no interior da exposição em “pavilhões” que denominamos ZAP – Zonas de Autonomia Poética.
Desde o mapa invertido de Torres García, a arte tem visitado a disciplina cartográfica para produzir mapas ativistas que não estão a serviço da dominação. A cartografia é um tema recorrente na prática curatorial recente, de modo que se torna inevitável quando se fala de território, pois nela confluem geografia, ideologia e política. A exposição reúne diversas formas de medir e representar o mundo, incluindo artistas que usam mapas para promover a mudança social, psicogeografias, rotas de derivas, mapas afetivos e diversas representações do mundo que contradizem as cartografias convencionais.”
Para quem não vai poder ir a Porto Alegre, vale a pena conferir o sítio de divulgação que tem informações sobre os artistas, obras, entre outras coisas: http://www.bienalmercosul.art.br/.
Notícia enviada pelo amigo Almir Nabozny.
Publicado por: geografiahumanista em: 12 12UTC setembro 12UTC 2011
Reportagem da Revista UNESP traça perfil de Lívia de Oliveira, Profa. Emérita do Instituto de Geociências e Ciências Extas da UNESP, Campus de Rio Claro e uma das coordenadoras do Grupo de Pesquisa Geografia Humanista Cultural (CNPq/UFF).
Veja reportagem na íntegra clicando aqui.
Publicado por: geografiahumanista em: 6 06UTC setembro 06UTC 2011
O primeiro número da Geograficiadade, revista do Grupo de Pesquisa Geografia Humanista Cultural, já está no ar!
São sete artigos, três notas e resenhas e uma experimentação, incluindo o artigo “Espaço, tempo e lugar: um arcabouço humanista”, de Yi-Fu Tuan.
Confira aqui.
Publicado por: geografiahumanista em: 11 11UTC agosto 11UTC 2011
Embora ainda em construção, o site da revista Geograficidade está em operação na página do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (ECA/UFF), e em breve terá seu primeiro número publicado.
Neste ínterim, estamos recebendo artigos para o próximo número (Verão 2011), até o dia 30 de Setembro de 2011.
Para conhecer o novo site e ver as normas de publicação, acesse http://www.uff.br/posarq/geograficidade.
Publicado por: geografiahumanista em: 4 04UTC agosto 04UTC 2011
Acaba de ser publicado o livro O homem e a terra: natureza da realidade geográfica, de Eric Dardel, traduzido por Werther Holzer (UFF) (Editora Perspectiva, 2011).
Considerado a obra fundadora de uma geografia fenomenológica, foi publicado originalmente em 1952, permanecendo por muito tempo desconhecida pelo coletivo dos geógrafos. Foi resgatada pelos geógrafos humanistas canadenses e americanos, nos anos 1960-1970, sendo fundamental para formação da Geografia Humanista.
Pode ser considerada precursora de uma reflexão ontológica, focada na existência, com claras influências de Heidegger e Bacherlard. É de Dardel o conceito geograficidade, que expressa a essência da relação Homem-Terra. Paisagem e lugar, além de um capítulo dedicado à história da geografia (uma história fenomenológica) são outros destaques da obra.
Ainda hoje permanece como um livro muito citado, mas pouco estudado em profundidade, já que além da primeira edição, em 1952, só foi editada em italiano (1986), francês (1990) e agora em português.
Será lançado durante o II Seminário Nacional sobre Geografia e Fenomenologia, que ocorrerá no próximo dia 02 de Setembro de 2011.
Sobre o livro
“Na época em que O Homem e a Terra foi composto, a obra permaneceu, com raras exceções, ignorada. Entretanto, sua leitura atual revelou não o caráter datado do texto, porém uma surpreendente atualidade. Pequena obra-prima que a coleção Estudos da editora Perspectiva publica agora em português, o livro é um autêntico precursor dos estudos de geografia com base na fenomenologia como via de acesso à percepção e à representação do ambiente terrestre pela mente humana. Cabe ao leitor mensurar a riqueza dessa filosofia geo-gráfica e, guiado pelo pensamento inovador de Eric Dardel, descortinar o fundamento desta proposta que faz da geografia “o meio pelo qual o homem realiza sua existência, na medida em que a Terra é uma possibilidade essencial de seu destino”, revelada como é pelo olhar humano sobre os signos, seus sentidos e seus valores, à luz dessa percepção filosófica, cujo objeto é a Terra.”
Para adquirir o livro ou obter mais informações, clique aqui.